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Ombreiras: usar ou não usar?

Você já deve ter ouvido por aí: “quem diria, as ombreiras estão de volta!”. Nesse momento você tem um flashback, se projeta para a década de 80 e pensa: “é, já usei mas não usaria de novo”. Em paralelo a isso você começa a ver uma enxurrada de imagens (em desfiles, em editoriais de moda, nas ruas, nas revistas, na tv e ect) de mulheres lindas usando as benditas ombreiras e começa a se (re) acostumar com elas. Aí, quase sem perceber, está “precisando” ter uma peça com os ombros destacados. A moda, claro, clama por novidade e a ombreira de hoje não é mais usada da mesma forma que antes. Você, em um primeiro momento, nem dá bola para isso e lamenta ter se livrado dos seus blazeres e camisas antigas com ombros nas alturas acreditando piamente que voltaria a usar essas peças. Chega até a resmungar sozinha: “se não fosse esse ato insano que tive, eu estaria na moda sem gastar nenhum tostão”. Ledo engano. Ainda que você tivesse alguns exemplares no seu guarda-roupa, é bem provável que continuasse a desejar peças novas porque ainda que as suas antigas tivessem enchimentos nos ombros, elas não teriam o mesmo shape, comprimento, acabamento, cor, tecido que você – e/ou a moda – valoriza(m) nesse momento. O que fazer? Bom, primeiro você decide se quer fazer parte desse grupo que segue a moda (nesse caso suspeito que você se identificou, ao menos em parte, com a historinha desse texto) ou não (afinal ninguém precisa seguir nenhuma tendência para ser feliz e até mesmo para se vestir bem). Desejando fazer, sugiro que faça com consciência. Busque não ser vítima da moda e sim usá-la a seu favor! Como? Só invista nos modismos que realmente tem a ver com você (e que de preferência não dure apenas uma estação), busque comprar peças que combinem com outras que você já tem no armário, exercite a criatividade na hora de montar os looks para otimizar as possibilidades de uso de suas peças, não compre por impulso, não gaste mais do que seu orçamento permite, lembre-se que imagem não é tudo e assim por diante. Agora, independente de seguir ou não as tendências “ditadas” pela indústria da moda, esteja sempre aberta para experimentar coisas novas (ou antigas com caras de nova). Fica a dica: uma ombreira pode equilibrar o tamanho do seu quadril e destacar a sua cintura ou até mesmo te deixar visualmente com uma postura mais bela!

Foto do desfile da Moschino, inverno 2010. (Style.com)

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Solte suas feras

Não sei ao certo o motivo do alvoroço mas é fato que muitas mulheres não resistem as estampas de animais selvagens. Talvez seja por um motivo óbvio: identificação com o lado feroz que elas também possuem. As mais ousadas são capazes de se vestirem com um look todo de tigre para-quem-quiser-ver. Já as mais discretas podem preferir reservar esse momento para uma ocasião mais íntima e, então, por de baixo de uma roupa “careta” escondem uma lingerie sensual de onça. Meio termo, claro, sempre existe e tem aquelas que lançam mão apenas de um acessório de zebra. Eu, particularmente, não sou apaixonada por essas estampas e acho que TODO cuidado é pouco para não cair no cafona e/ou no vulgar. Isso não quer dizer que tenha aversão a elas, pelo contrário, já caí em tentação. Bom, mas como faço parte do time “menos é sempre mais”, não foi o casaco da Moschino (veja a foto 1) que me motivou a fazer esse post e sim essa meia-calça de cobra do último desfile da Gucci (foto 2 e 3). Gostei dela! É uma boa forma de usar animal print sem ser tão evidente (é de uma cor única e se confunde com um desenho de renda). O bacana da moda é justamente isso, opções não faltam e todo mundo pode ser feliz usando aquilo que gosta da forma que prefere! Se você leu até aqui, é provável que faça parte do grupo de mulheres que usam (ou gostariam de usar) esse tipo de estampa. Quer algumas dicas? Clique aqui no post da Fernanda, do blog Oficina do Estilo, que vale super a pena! Ah, sim, essas estampas daqui a pouco estarão em muitas vitrines (já vi em algumas coleções nacionais que já estão nas lojas e apareceram em vários desfiles internacionais da coleção de inverno 2010).

Foto do desfile da Moschino, inverno 2010. (Style,com)

Fotos do desfile da Gucci, inverno 2010. (Style.com)

Dica rápida: fita de veludo

Você quer adicionar um item novo no seu look por um custo baixíssimo? Se inspire nada mais nada menos do que no desfile da Louis Vuitton! Compre em um armarinho uma fita de veludo e use como faixa (basta arrematar com um belo laço!) ou até mesmo para substituir (ou adicionar, no caso de um tomara que caia) a alça de um vestido (deixa com cara de inverno no ato!). Quer deixar essa tirinha de tecido ainda mais elaborada? Aplique tachas ou pedras e seu visual estará ainda mais atual. Seja criativa!

Fotos do desfile da Louis Vuitton, inverno 2010. (Style.com)

Total black

Vire e mexe recorremos ao look total black. Nem seria necessário listar os motivos que favorecem para que isso aconteça, não é mesmo?  Mas vamos lá: preto é uma cor que fica bem em todo mundo (ou quase); é uma cor associada a sofisticação e elegância; por ser uma cor escura, “emagrece”;  é uma cor prática (você estará bem vestida em praticamente todas as ocasiões, basta mudar os acessórios); nunca sai de moda e assim por diante.  Ok, mas se isso não é novidade, para quê esse post? Ora, só para lembrar que esse mesmo look preto pode ficar ainda mais interessante (e menos óbvio) se for montado com texturas de tecidos diferentes! Inspire-se na foto abaixo.

Foto do desfile da Giles, inverno 2010. (Style.com)

Pequenos detalhes

Os pequenos detalhes podem proporcionar boas surpresas! Na foto abaixo, por exemplo, a essência do look é super clean: look monocromático em cor neutra (elegância na certa!) + maquiagem apagada (ou seja, tem mais a função de deixar a pele com acabamento impecável do que propriamente adicionar cor). No entanto, para fazer um contra ponto com essa proposta, suas unhas estão pintadas com uma cor vibrante e ela usa um penteado com bastante volume. Fica a dica: se você é sempre muito básica, pode ser uma boa forma de inovar mantendo a discrição que tanto gosta. Brinque com os detalhes!

Foto do desfile da Giles, inverno 2010. (Style.com)

Bem vestida

Para você o que é se vestir bem? Se eu tivesse que dar apenas um conselho, diria: tenha bom senso. Se você faz suas escolhas de forma coerente com o seu estilo de vida, personalidade, idade, tipo físico, profissão, cidade que vive, lugares que frequenta e assim por diante, você terá sucesso nesse quesito. Pode parecer que são muitos itens mas eles, na verdade, estão todos interligados. Quanto mais nos conhecemos, mais natural é estarmos em sintonia com o que vestimos. Dessa forma, tudo fica mais harmonioso. Agora, se me perguntassem o que eu acho que é necessário para ficar impecável, diria: adicione ao bom senso bom gosto e se prepare para receber uma enxurrada de elogios!

Picasso, imagem retirada daqui.

Tá frio ou tá quente?

Tem dias que estão quentes mas sabemos que estaremos em ambientes com ar condicionado. O que fazemos? Levamos um casaquinho com a gente. Tem dias que estão frios mas sabemos que com a caminhada ou chegando em algum lugar fechado a temperatura irá aumentar. O que fazemos? Nos vestimos em camadas (ou efeito cebola) para ir retirando quando necessário. Tudo é uma questão de necessidade mas é necessário ter bom senso na hora de montar o look para essas situações. Veja essas fotos abaixo e repare: se depender do pescoço até os tornozelos parece que a temperatura está realmente baixa mas quando chega nos pés a sandália é no melhor estilo “dias inesquecíveis de verão”. Não precisava nem ser uma bota ou um sapato bem fechado, uma sapatilha já deixaria o look bem mais coerente.

Fotos do desfile da The Row, inverno 2010. (Style.com)


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