O vestido e sua versatilidade

O vestido é super prático por ser uma peça única. Ou seja: ele, assim como o macacão, não precisa de outro item para compor o look (ao contrário de uma saia/calça/short/bermuda que é necessário usar um top ou vice-versa). Vestiu, está pronta! Ok, mas e quanto a sua versatilidade? Ora, é muito simples: basta caprichar e diversificar as escolhas dos acessórios (sapatos, colares, bolsas, cintos, broches…), dos complementos (jaqueta, colete, casaquinho, meia-calça…) e até mesmo da maquiagem (um simples batom vermelho pode “levantar” o look, como na foto abaixo). Não faça como a Mônica, da Turma da Mônica, que não tinha criatividade alguma! Um mesmo vestido pode (quer dizer, deve!) render vários looks com propostas diferentes!

Mesmo look adicionando apenas um casaquinho. Se ainda trocasse a sandália por um sapato e colocasse uma meia-calça já virava roupa para os dias de inverno!

Fotos do desfile da DKNY, pre-fall 2010. (Style.com)

Tomara que não caia

Vestido tomara que caia é atemporal. Nunca sai de moda. Os ombros e o colo a mostra deixam o visual sensual na medida. No entanto, é difícil encontrar um que realmente não caia e, convenhamos, não é nada elegante  (nem confortável) ficar o tempo ajeitando-o de volta para o local certo. Um recurso utilizado (não só por isso – afinal existem os que vestem de maneira perfeita – mas também para diversificar o modelo) é complementar com tecido transparente (como o tule, por exemplo). É uma ótima alternativa para ficar tudo no lugar e/ou para diversificar o armário com uma versão diferente (porque, ainda que deixe de ser propriamente um tomara que caia, o resultado ainda mantém essa idéia). No verão, algumas marcas fizeram sem manga (a Maria Bonita Extra fez versões graciosas) e, com mangas longas (como o da foto abaixo), é uma boa opção para o inverno não tão rigoroso que temos no nosso país. Quer mais uma opinião sobre esse vestido? Leia aqui o post da Patrícia Koslinsks, do GNT.

Foto do desfile da Cholé, pre-fall 2010. (Style.com)

Cinto faz toda diferença

Já não é de hoje (e coloca tempo nisso!) que o cinto não tem apenas a função de ser usado nos passadores de calças, saias, bermurdas e shorts. Ele, muitas vezes, vira protagonista e rouba a cena! É incrível para destacar a cintura ou quadril (favorecendo os pontos fortes ou equilibrando as proporções do corpo); para dar forma a um modelo mais solto (de vestido e/ou camisa, por exemplo); e, também, para adicionar informação no look (com cor e/ou uma fivela bem trabalhada). Quando as novas coleções chegam nas lojas, vale a pena ficar de olho nele. Você pode atualizar seus looks – com as tendências atuais – através desse único item (por exemplo: um cinto de tachas ou de cor nude e ect) sem gastar muito (o investimento costuma ser mais baixo do que os outros artigos). Eu adoro coleciona-los! Minha dica é: experimente usa-lo de um jeito que não está acostumada e surpreenda-se! Eu, por exemplo, uso sempre com vestidos e saias mas quero experimentar usar por cima de camisa, como no look da foto abaixo ou desse look aqui.

Foto do desfile da Alberta Ferretti, pre-fall 2010. (Style.com)

Calça sequinha

Olha que linda essa calça! Ela é bem sequinha, tem o gancho na medida (ou seja, não encurtam as pernas e aumentam o tronco como as que tem ganchos maiores), tem bolsos (aliás, a Isa já fez esse apelo: toda roupa deveria ter bolsos, ainda que escondidos!), o comprimento é perfeito para esse tipo de calça que afunila embaixo (logo ali, abaixo do ossinho, se fosse mais curta daria a sensação de pernas menores), e com um detalhe acima dos joelhos (que faz todo um charme e remete aos uniformes de montaria). Por ter sido feita em um tecido mais luxuoso, esse look vai a uma super festa tranquilamente (ainda mais com uma camisa dessa, não é mesmo?) mas trocando a parte de cima também iria para eventos mais informais. Ficaria igualmente bela em tecidos mais simples. Se esse tipo de calça funcionar no seu tipo de corpo… é compra certa!

Foto do desfile da Armani Privé, couture spring 2010. (Style.com)

Maquiagem: data de fabricação M.A.C

Você usa produtos da M.A.C, passa o tempo e você quer descobrir se eles ainda estão no prazo de validade mas não consegue identificar a data de fabricação? Aí você olha de um lado da embalagem, olha de outro e não acha por nada? Então, a informação está lá mas é preciso decifrar o código. Aliás, é válido reparar nisso até na hora que está comprando para não levar para casa um produto que está com os dias contados. Descobri como identificar dando um google, nesse link aqui. Vamos lá!

Procure por uma letra, seguida de um número ou letra, e, um número. A primeira letra significa o lote (A, primeiro lote; B segundo lote e assim por diante); a segunda informação indica o mês (1 = janeiro; 2 = fevereiro; 3= março… A = outubro; B = novembro; C = dezembro) e o úlitmo número indica o ano. Um exemplo? B59: fabricado no segundo lote, em maio de 2009. Em geral essa informação vem carimbada na etiqueta que vem o nome da cor do produto mas pode estar em outros lugares como na própria embalagem ou na caixa de papel. Às vezes é necessário encontrar o melhor ângulo com a luz para ler com clareza.

Imagem retirada do site da M.A.C.

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